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Auxiliar defende Atlético após derrota e lamenta: ‘Merecia sorte maior’

Diogo lamentou a queda de invencibilidade do Atlético - antes do duelo com o Bragantino, eram sete jogos, cinco empates e duas vitórias

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Na visão de Diogo Alves, auxiliar técnico do Atlético, o time teve uma boa postura na derrota para o Bragantino por 1 a 0, nesta quarta-feira (4/2), no Estádio Cícero de Souza Marques, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador deixou claro que o Galo poderia, ao menos, ter ficado com o empate.

Substituto de Sampaoli, que cumpriu suspensão automática por ter sido expulso na primeira rodada, Diogo lamentou a queda de invencibilidade do Atlético na temporada – antes do duelo com o Bragantino, eram sete jogos, cinco empates e duas vitórias. Ele, contudo, preferiu ver a situação com bons olhos.

“Não acho que é uma questão postural e sim ocasional. Ao mesmo tempo eu prefiro ver o outro lado da ação, nos últimos jogos a gente conseguiu remontar partidas, assim foi o clássico, assim foi contra o Palmeiras. Acredito que hoje, de certa forma, em algum momento do jogo, não sei se buscávamos a virada, como foi em outros jogos, mas acredito que a equipe fez um segundo tempo com uma postura bastante diferente daquilo que foi o primeiro”, comentou.

Apesar de ter feito um primeiro tempo abaixo da média, com poucas finalizações e posse de bola reduzida (64% a 36%), o alvinegro melhorou na segunda etapa e aprimorou as finalizações. Ainda assim, não conseguiu arrancar o empate.

“Acredito que merecesse uma sorte maior, talvez um empate como resultado, que nos manteria uma invencibilidade bastante importante, mas bom, a equipe do Bragantino segue, assim como o Bahia, duas equipes que mantêm essa série no calendário, que é um calendário bastante difícil”, opinou o auxiliar.

Estratégia contra o Bragantino

Durante o primeiro tempo, com a dificuldade de construir jogadas, o Atlético abusou dos lançamentos – sem efeito. Diogo Alves explicou qual foi a estratégia inicial.

“O Bragantino joga de uma maneira muito agressiva, que individualiza, e muitas vezes ocasionam muitas situações de gol através de roubos. Então, a questão da bola longa, em certo momento, foi parte daquilo que a gente imaginava como estratégia por uma questão meramente numérica. Essa é uma equipe que te pressiona com seis, sete jogadores. A gente precisava colocar essa bola mais rápido no campo contrário”, comentou.

Por fim, o auxiliar reconheceu que o plano não estava seguindo conforme o planejamento e voltou do intervalo já com modificações: Bernard e Dudu deram lugar a Igor Gomes e Cuello. Ele também detalhou qual foi a nova estratégia.

“Eles são muito bons, têm vindo muitos gols nos campeonatos. Basicamente, era tentar levar o jogo para o cenário onde eles não eram melhores, e sim, talvez, que fôssemos nós. Também é claro, é de cada característica dos jogadores que iniciaram o primeiro tempo, jogadores de uma torre de bola maior, obviamente, ficaram desfavorecidos por tantas bolas longas. A gente conseguiu enxergar isso rápido no intervalo, fazer as trocas e trazer a energia necessária para poder competir”, finalizou.

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