ARQUIVO NA

‘Rei de Pernambuco’ viveu maior desafio da carreira no Cruzeiro e usou número inusitado

Carlinhos bala marcou época por Sport, Santa Cruz e Náutico, mas viveu em 2006, no Cruzeiro, o maior desafio da carreira

Ícone do “futebol alternativo”, o ex-meia Carlinhos Bala viveu um dos dos capítulos mais curiosos de sua carreira em 2006, quando se transferiu ao Cruzeiro

No Arquivo NA desta segunda-feira (19/1), o No Ataque e o Estado de Minas resgatam fotos raras dessa curta passagem. Veja abaixo.

O que mais chamou atenção foi o número dado a Carlinhos: 38. A camisa fazia referência ao calibre .38 e ao apelido “Bala”, dado por um narrador por causa de sua habilidade e intensidade em campo.

Carlinhos Bala no Cruzeiro

Foram somente 17 jogos e três gols pela Raposa. O jogador de 1,62m chegou ao time com 26 anos e atuou de abril a dezembro de 2006, sem títulos durante o período.

A primeira impressão foi positiva, pois o meia marcou gol na estreia, em uma partida cintra a Ponte Preta. Nos meses seguintes, porém, só balançou as redes mais duas vezes.

No ano passado, Carlinhos relembrou a passagem em participação no podcast Boteco do Chula: “Eu nunca tinha sonhado em jogar em um time do Sudeste e tive a oportunidade de jogar no Cruzeiro. Passei um ano.”

“Em 2006, fui vendido no sexto jogo (pelo Santa Cruz, time anterior). Joguei um ano no Cruzeiro. Tive a oportunidade de conhecer Elber, que estava no Bayern de Munique. Depois, joguei com Gil, Alecsandro, Edu Dracena”, relembrou.

Carlinhos Bala, o “Rei de Pernambuco”

Carlinhos construiu a maior parte da carreira no futebol pernambucano. Natural do Recife, ele atuou por Sport, Santa Cruz e Náutico.

O principal clube da carreira de Carlinhos foi o Leão da Ilha. Em 2008, o “Rei de Pernambuco” foi decisivo no inédito título rubro-negro na Copa do Brasil.

Além da conquista nacional, Carlinhos venceu dois estaduais pelo Sport. O ex-meia também foi bicampeão pernambucano pelo Santa Cruz.

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