Técnico da Seleção Italiana, o ex-volante Gennaro Gattuso ameaça deixar o país se não conseguir levar a Azzurra à próxima edição da Copa do Mundo.
A situação do tetracampeões não é fácil. Com 15 pontos, a Itália está em segundo lugar do Grupo I das Eliminatórias Europeias para o Mundial de 2026 e hoje iria para o grupo que disputará a repescagem.
Ao ser perguntando sobre o momento delicado, Gattuso disse: “‘Se não nos classificarmos para a Copa do Mundo, vou me mudar e morar longe da Itália. Já estou um pouco longe, mas vou ainda mais longe…”.
A Itália é uma das seleções mais vitoriosas da história das Copas do Mundo, com quatro títulos no currículo: foi campeã nas edições de 1934, 1938 , 1982 e 2006.
Como está a situação no grupo da Itália na Copa do Mundo?
Com 15 pontos, a Itália tem três a menos do que a Noruega, líder do Grupo I.
Somente o primeiro colocado da chave assegura vaga direta na Copa do Mundo de 2026 – que será sediada, em conjunto, por Canadá, México e Estados Unidos. O dono da segunda melhor campanha precisa tentar a classificação via repescagem.
Próximos jogos da Itália nas Eliminatórias
Em 13 de novembro, a Itália volta a campo pelas Eliminatórias Europeias para enfrentar a Moldávia, fora de casa. A Noruega, por sua vez, receberá a Estônia.
Na rodada final da chave, três dias depois, italianos e noruegueses se enfrentarão no Giuseppe Meazza, em Milão.
Adversários da Itália
13/11, 16h45 (de Brasília): Moldávia, no Estádio Ullevaal, em Oslo
16/11, 16h45 (de Brasília): Noruega, no Giuseppe Meazza, em Milão
Quem é Gennaro Gattuso?
Conhecido pela raça em campo, Gattuso é considerado um símbolo do futebol italiano.
O ex-volante se destacou com a camisa do Milan, nos anos 2000. Com a equipe “rossonera”, foi campeão do Mundial de Clubes (2008) e venceu duas edições da Liga dos Campeões, entre outras conquistas.
Pela Seleção Italiana Gattuso disputou 73 partidas. Integrou os times que disputaram as Copas 2002, 2006 (quando a Azzurra ergueu a taça em final contra a França) e 2010, além das Eurocopas de 2004 e 2008 e a Copa das Confederações de 2009.
Em 2013, ele pendurou as chuteiras e deu início à carreira de treinador. Assumiu o comando da Itália em junho deste ano, após a demissão de Luciano Spalletti.