Mãe do terceiro filho de Jô, Carol Martins se pronunciou após a prisão do ex-jogador por atraso de pensão alimentícia. Ela contou que o ex-atacante devia pagamento há 15 meses. Além disso, ainda segundo ela, Jô não visitava o pequeno Arthur, de 9 anos, há um ano e meio.
Em entrevista ao jornal Metropoles, Carol contou não pediu revisão do valor da pensão – fato que a defesa do ex-atacante havia alegado anteriormente.
“Eu estou literalmente sozinha carregando nas costas. A única coisa que ele pagou nesses meses todos foi uma viagem de formatura que somados chegam a apenas um salário mínimo”, contou.
A empresária ainda revelou que foi difícil de encontrá-lo. Isso porque a Justiça precisa de um endereço para enviar alguma intimação. Em agosto, Jô passou a integrar grupo de pagode em Belo Horizonte. O evento realizado na região da Pampulha recebeu o nome de “JôGando em Casa”.
“Foi muito difícil de achar ele. Ele estava em outro estado, eu não tinha o endereço dele. Ele é aposentado, não trabalha mais. Eu só fui conseguir achar quando ele ficou fixo em um endereço fazendo o pagode dele. Se eu te falar que estou feliz, não estou, mas estou aliviada”, disse Carol.
Ela e advogada pediram a prisão do ex-jogador depois de descobrir que ele estava curtindo um pagode ao lado de amigos no Rio de Janeiro.
Um ano e meio sem ver o filho
Por fim, Carol ainda falou da relação de Jô com o filho, que seguiu os passos do pai e joga na base do Bangu, no Rio. A empresária disse que o garoto ficou chateado quando soube que o ex-jogador esteve na cidade, mas optou por não encontrá-lo.
“Quando ele era casado, ele via o Arthur, até porque quem fazia esse meio de campo era ela. Ela fazia questão de convidar. Arthur já passou Natal com elas, final de semana, até porque a gente mora relativamente perto. Mas depois que ele separou, ele não vê mais. Ele não vê o Arthur há mais de um ano e meio. Se falam, mas ele não vê”, revelou.