COPA AFRICANA DE NAÇÕES

Jornal classifica final da Copa Africana como ‘um dos maiores escândalos da história’

Após ter um gol anulado de forma bizarra e sofrer pênalti controverso, Senegal conquistou o título sobre Marrocos

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A final da Copa Africana de Nações de 2026 foi marcada por polêmicas, revolta e reviravolta dramática. Após ter um gol anulado de forma bizarra e sofrer pênalti controverso, Senegal conquistou o título sobre Marrocos com um gol na prorrogação.

Mas o que roubou a cena foi o desempenho do árbitro congolês Jean-Jacques Ndala.

O jornal espanhol Mundo Deportivo classificou a arbitragem como “um dos maiores escândalos de todos os tempos”.

Os erros começaram com um gol anulado de Senegal, sob a alegação de empurrão no início da jogada. O clima azedou de vez quando o árbitro marcou pênalti para Marrocos aos 52 minutos do segundo tempo.

A indignação foi tamanha que a equipe senegalesa decidiu abandonar o gramado em protesto.

“A final entrará para a história como um dos maiores escândalos de arbitragem de todos os tempos. Senegal decidiu abandonar o campo após ser ‘roubado’ de forma absoluta contra Marrocos, que recebeu um pênalti de presente nos acréscimos”, disparou o veículo espanhol.

O jornal descreveu o cenário como “rocambolesco”. Enquanto o técnico Pape Thiaw encorajava os atletas a desistirem da partida, os jogadores chegaram a entrar no túnel de acesso aos vestiários. Foi nesse momento que brilhou a liderança de Sadio Mané.

“Foi algo nunca antes visto. Os protestos duraram mais de 10 minutos. Todos foram para o vestiário, menos Sadio Mané, que intercedeu e pediu para que os companheiros voltassem ao campo. No fim das contas, eles retornaram quase 15 minutos depois”, complementou o Mundo Deportivo.

Após o retorno, Senegal garantiu a taça na prorrogação, com gol de Pape Gueye.

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