FUTEBOL INTERNACIONAL

Cristiano Ronaldo decreta fim da greve e decide voltar a campo

Cristiano Ronaldo ficou fora de dois jogos pela equipe saudita por discordar de questões administrativas do clube

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O astro português Cristiano Ronaldo deu fim à queda de braço com o Al-Nassr. Segundo o jornal português “A Bola”, os salários foram pagos a todos os funcionários do clube, fazendo com que o atacante encerrasse a greve de jogos pelo clube. A volta aos campos, depois de duas partidas fora, está marcada.

Apesar de a paz ter sido selada, Cristiano Ronaldo ainda desfalcará o time do Al-Nassr para a partida desta quarta-feira (11/2), pela Liga dos Campeões 2 da Ásia – no jogo contra o Arkadag, equipe do Turcomenistão.

O retorno de CR7 às partidas será no sábado, contra o Al-Fateh, pela Liga Saudita, na casa do adversário.

Até quando vai o contrato de Cristiano Ronaldo com o Al-Nassr?

  • O vínculo de Cristiano Ronaldo com o Al-Nassr vai até junho de 2027.
  • O contrato de CR7 com o clube saudita prevê cláusula rescisória de 50 milhões de euros – equivalente a R$ 308 milhões.

A crise entre CR7 e Al-Nassr

A crise entre Cristiano Ronaldo e o Al-Nassr teve início porque o jogador considerou negligente a atuação do Fundo de Investimentos Públicos da Arábia Saudita (FIP) – responsável pelas contratações de reforços para alguns dos times do país.

A Liga Profissional Saudita chegou a se manifestar publicamente sobre o caso: “A Liga Profissional Saudita está estruturada em torno de um princípio simples: cada clube opera de forma independente, sob as mesmas regras. Os clubes têm seus próprios conselhos de administração, seus próprios executivos e sua própria gestão de futebol”.

Para os portugueses, Ronaldo exerceu sua liderança no futebol saudita, indo contra grupos poderosos e saindo em defesa de funcionários e colaboradores menos favorecidos, que estavam com os pagamentos de salário atrasados.

Segundo apuração do jornal “A Bola”, também foi por influência de Cristiano Ronaldo que José Semedo e Simão Coutinho, dirigentes portugueses, voltaram a ter plenos poderes no Al-Nassr depois de a direção do clube saudita ter tirado a autonomia dos dois na contratação de jogadores.

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