ATLÉTICO

Deyverson seguirá no Atlético? ‘Se a patroa falar, a gente fica’, brinca atacante

Atacante brinca sobre o futuro no Galo enquanto Fortaleza tenta seduzi-lo com um contrato de três anos

Deyverson nunca foi um jogador de respostas previsíveis. Entre um gol e uma provocação, o atacante do Atlético encontra espaço para arrancar risadas. Agora, a questão é se o icônico jogador continuará no Galo ou se atenderá ao chamado do Fortaleza. Mas, segundo ele, a palavra final não será do clube, tampouco do empresário. Quem manda? A patroa.

“A patroa nem fala, só olha. O olhar dela já diz tudo. Ela que manda. Sempre mandou. Se ela falar ‘vamos ficar’, a gente fica. Mas não depende da gente, depende do clube, do que vai aparecer agora nesses momentos aí, do meu empresário também. Eu tenho mais um ano de contrato aqui e espero cumprir”, disse o atacante, logo após a conquista do Campeonato Mineiro.

No meio desse enredo, a diretoria alvinegra não esconde o desejo de mantê-lo em Belo Horizonte. O diretor de futebol Victor Bagy garantiu que o Atlético quer a permanência do jogador e revelou um detalhe importante: um gatilho contratual que pode prorrogar o vínculo automaticamente.

“A gente tem que ter muita tranquilidade para conduzir uma situação como essa. O Deyverson é um jogador importante, um jogador que chegou com protagonismo que talvez muita gente não esperasse, surpreendentemente. Foi um jogador que nos colocou em uma final de Libertadores, fazendo quatro gols decisivos. É um jogador que temos que tratar com bastante atenção, bastante carinho”, comentou.

Mas, do outro lado, o Fortaleza quer estragar a festa e oferecer um contrato de três anos para o atacante de 33 anos. O Galo pode ativar o gatilho e renovar antes do fim da temporada, mas Deyverson também sinalizou que gostou da proposta do Leão do Pici. O que pesará mais? O desejo do Atlético, a proposta cearense ou a vontade da patroa?

Deyverson chegou ao clube mineiro em agosto de 2024 e já entregou momentos marcantes, com oito gols e duas assistências em 33 jogos. Foi titular na final da Libertadores, mas hoje convive com a forte concorrência de Rony, Cuello e, claro, do ídolo Hulk. O que pode ser um fator para pesar na decisão.

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