O Cruzeiro anunciou, nesta sexta-feira (9/1), a contratação do atacante Chico da Costa. O centroavante de 30 anos assinou o vínculo com a Raposa válido por duas temporadas – até o fim de 2027.
Chico já treinava na Toca da Raposa 2, em Belo Horizonte, desde a última semana. O clube, no entanto, aguardava a chegada do represente na capital minera para oficializar o vínculo.
Chico estava vinculado ao Cerro Porteño, do Paraguai, mas disputou a temporada passada pelo Mirassol, sensação do Campeonato Brasileiro, por empréstimo.
Além do jogador, o Cruzeiro já garantiu dois reforços. A Raposa fechou com o goleiro Matheus Cunha, ex-Flamengo, e o atacante colombiano Néiser Villarreal, ex-Millonarios. O meia Gerson, do Zenit, deve ser o próximo a ter a contratação oficializada pelo clube mineiro.
No elenco celeste, Chico da Costa vai disputar vaga no comando de ataque com NéVillarreal e Kaio Jorge, artilheiro do Cruzeiro, do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil em 2025.
- Mandatário do Cruzeiro, Pedrinho põe fim à novela Kaio Jorge e Flamengo
Carreira de Chico
Nascido em Taquari, no Rio Grande do Sul, Chico passou a maior parte da carreira no exterior, em clubes da América Latina. Entre 2013 e 2017, defendeu Athletico-PR, Inter de Lages, Tombense, São José-RS e Operário. A partir de então, passou por Venados, Atlante e Querétaro, do México, Sol de America e Cerro Porteño, do Paraguai, Bolivar, da Bolívia, Atlético Nacional, da Colômbia, e Mirassol.
O atacante se transferiu ao Leão em julho do ano passado, por empréstimo. Na campanha no Campeonato Brasileiro, que deu ao clube paulista classificação inédita à Copa Libertadores, o jogador participou de 20 partidas e marcou seis gols. Na galeria de títulos de Chico constam uma Copa Paraná (2014), uma Liga Boliviana (2022) e uma Supercopa da Colômbia (2023).
Executivo explica contratação de Chico
Em coletiva, Bruno Spindel, novo diretor executivo de futebol do Cruzeiro, explicou a contratação de Chico. Segundo ele, o técnico Tite pediu a contratação de um atacante de área, com características diferentes das dos jogadores do elenco.
“Muito pela questão tática de dar alternativas para a equipe, principalmente contra defesas mais baixas em determinadas situações de jogo. O Tite pediu um atacante com essa característica. Foi uma coisa construída do clube em conjunto com ele. É sempre central o desejo do jogador. O clube tem sua sua área de scout e inteligência, mas é fundamental que o treinador acolha e queira o jogador que está chegando no clube”, disse o dirigente.