VÔLEI

Ícone do Osasco é MVP da Copa Brasil de Vôlei e entrega prêmio para Tifanny

MVP da Copa Brasil Feminina de Vôlei, a jogadora do Osasco fez questão de chamar Tifanny, que foi alvo de transfobia durante a semana

Compartilhe
google-news-logo

O sábado (28/2) ficou marcado pela final da Copa Brasil Feminina de Vôlei, no Moringão, em Londrina, em que o Osasco venceu o Minas por 3 sets a 1 (25/23, 26/28, 25/20 e 25/19). Após o jogo, uma ícone do time paulista foi eleita a MVP do torneio nacional e fez questão de entregar o prêmio para a oposta Tifanny.

A única premiação dada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) foi a de melhor jogadora da competição. A escolhida foi a líbero Camila Brait. A histórica atleta do Osasco tem 37 anos, foi medalhista olímpica de prata em Tóquio 2020 – disputado em 2021 devido à pandemia do coronavírus – e vive a última temporada da carreira, já que se aposentará.

Mesmo em um dos possíveis últimos prêmios recebidos enquanto jogadora, Brait fez um gesto simbólico ao chamar Tifanny para ficar com a honraria. A oposta do Osasco correu o risco de não disputar a Copa Brasil Feminina de Vôlei por uma tentativa transfóbica dos vereadores de Londrina, mas o STF garantiu a participação.

Essa taça do Osasco em 2026 se juntou às conquistas em 2008, 2014, 2018 e 2025 e fez o time de Luizomar de Moura se tornar o maior campeão da competição de forma isolada – o Flamengo (antigo Rio de Janeiro) tem quatro títulos. Já o Minas é tricampeão (2019, 2021 e 2023) e é o terceiro no ranking. 

O próximo compromisso das equipes será na sexta-feira (6/3), pela oitava rodada do returno da Superliga Feminina de Vôlei. O 19º jogo de Osasco e Minas na liga nacional será diante de Fluminense, às 19h, no José Liberatti, e Flamengo, às 21h30, na Arena UniBH, respectivamente. 

Compartilhe
google-news-logo