VÔLEI

Minas vai ‘trazer muita alegria’ nesta temporada, crava lenda do vôlei

Nos próximos meses, a Superliga Feminina de Vôlei e a Copa Brasil serão definidos, e o Minas é um dos favoritos aos títulos nacionais

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Para Sheilla é certo: o Minas “trazer muita alegria” para o torcedor na temporada 2025/26. A lenda do vôlei esteve na Arena UniBH na noite de quarta-feira (11/2), assistiu a mais uma vitória do time de Belo Horizonte e conversou de forma exclusiva com o No Ataque. Aposentada, a bicampeã olímpica – ouro em Pequim 2008 e Londres 2012 – falou sobre o clube que a revelou.

Minutos antes de iniciar o duelo entre Minas e Brasília pela 17ª rodada da Superliga Feminina de Vôlei – que terminou com vitória por 3 sets a 1 -, Sheilla chegou às tribunas do ginásio belo-horizontino acompanhado das filhas Liz e Ninna, gêmeas de 7 anos.

Na arquibancada, a ex-oposta se encontrou com Keyla Monadjemi, ex-diretora do Minas, e a ponteira Pri Daroit e a oposta Amanda, que estão no departamento médico. Em meio à conversa com as amigas, Sheilla falou com o No Ataque e demonstrou confiança no time em que foi revelada.

“Eu adoro sempre acompanhar e torcer pelo Minas. Está muito consistente nessa temporada, mas tem muita coisa que evoluir. Tem certeza que vão trazer muita alegria para a gente”

Sheilla, ícone do vôlei

Carreira multicampeã de Sheilla no vôlei

Sheilla é uma das maiores jogadoras da história do vôlei feminino. Ela encerrou a carreira em 2022, quando atuava na liga dos Estados Unidos. Nascida em Belo Horizonte, a ex-oposta foi revelada pelo Mackenzie e se transferiu para o Minas em 2000, aos 17 anos.

Sheilla, bicampeã olímpica no vôlei - (foto: Pedro Bueno / No Ataque)
Sheilla, bicampeã olímpica no vôlei(foto: Pedro Bueno / No Ataque)

No clube da Rua da Bahia, conquistou a Superliga de 2001/2002 e, a partir daí, deslanchou, com passagens por equipes do exterior e pela Seleção Brasileira. Ela voltou a ser atleta minas-tenista no fim da carreira – foi o último clube pelo qual atuou no Brasil. Nessa derradeira passagem, foi campeã do Sul-Americano de Clubes de 2019/2020.

Com a camisa da Seleção Brasileira, o currículo é recheado. Além dos dois ouros olímpicos, em Pequim 2008 e Londres 2012, foram três medalhas em mundiais (duas pratas, em 2006 e 2010, e um bronze, em 2014), sete ouros em Grand Prix (2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014 e 2016) e duas taças da Copa dos Campeões (2005 e 2013). 

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